terça-feira, 22 de maio de 2012

A sorte bate na porta novamente


   Pois é, minha relação com o cobaia havia acabado, e naquela época minha rotina era agitada, estudos o dia inteiro, e no final treino de futsal e futebol, mas ainda sim sentia falta do BDSM, de dominar e controlar alguém, fazer algumas maldades, mas como não tinha um descontava nos treinos,rs.
Apesar de ler muito sobre o tema nunca tinha buscados outros escravos ou contato com outras pessoas do BDSM, lia poucas coisas na net, e tinha um certo receio de falar com os demais, e nem sabia onde encontrar alguém para ser meu escravo ou submisso.
    Um dia estava na sala de bate-papo do RJ, de faixa etária, quando algo me chama a atenção, e vejo entrando naquela salinha baunilha de paqueras e o resto não vale a pena falar, um nick que me chamou atenção "escravo" só isso, falei "oi" e logo ele soltou um comentário se oferecendo, aqueles comentários que conseguimos detectar até o grau de submissão, quando li aquilo vi na mesma hora que se tratava de um servo bem submisso, e como um guepardo faminto na savana africana corre em direção a presa, fui logo conversar não podia perder tempo, afinal tirar a prova dos nove nunca é demais, porque afinal de contas sendo um bom sub eu logo saberia e fosse apenas um cara querendo chamar atenção eu também iria descobri.
   Ele tinha um jeito quieto que me chamava a atenção, era quieto por demais, já não era timidez pelo menos no que eu considero. Sentia medo vindo de dentro dele, fomos para o msn, bem educado e gentil, me falou de suas experiências e de suas DONAS, e de como ele se definia no BDSM, então decidi ligar para ele, com voz baixa atendeu o telefone, falou pouco apenas o que eu queria ouvir, e ainda sim falava com medo, me contou que era apenas um serviçal mesmo de fazer atividades domésticas,comer os restos de suas DONAS isso quando deixavam, era mobília,era algo a ser humilhado na roda das amigas de suas SENHORAS, motorista e segurança. Marquei logo um encontro próximo do colégio onde eu estudava era distante de onde ele morava mas queria testar logo, antes de desligar o telefone me contou algo interessante que era assexuado, algo que só tinha visto nos livros e filmes, me chamou atenção por saber que seria um escravo dedicado se ele fosse de verdade.
   Chegou o tal dia do encontro, ele foi chegou com 1hora de antes e mandou um sms, resolvi não responder deixar para responder na hora mesmo. Quando estava andando em sua direção, vi o medo saindo dele, ficando paralisado, era jovem tinha 20anos,aparência normal, mas parecia até um daqueles adolescentes nerds daqueles filmes enlatados americanos.
   Logo o usei de tapete, motorista, e mandei que me fizesse relatórios toda noite contando do seu dia, e que a partir daquele momento eu o controlava, então teria de pedir autorizações a minha pessoa e mandei fazer um texto ou poema a minha pessoa. Porque na época não dava para o usar como eu realmente gostaria, um servo doméstico como o anterior foi meu.

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