O servo nerdzinho, (o servo que conheci no bate-papo da postagem anterior)ele era todo medroso e muito tímido, porém um bom servo, sempre presente quando o solicitava, e atendia as ligações mesmo sabendo que poderia o complicar com os pais.
Ele fazia faculdade pela manhã o que para mim estava bom já que eu estudava durante boa parte do dia, mas alguns dias, durante o final do tarde ele ia assistir meus treinos (obrigado) a assistir já que não gostava de esportes, era engraçado ver o tédio estampado em seu rosto e notei a algumas distrações, então passei a mandar que fizesse relatórios sobre os meus treinos. Durante algumas partidas ele chegou a assistir e fiz ele torcer igual a uma líder de torcida, com pompom, e desse pulos quando eu fizesse um gol.
Ao logo dos 3anos de ensino médio tivemos 3treinadores, o 2ºera o meu favorito tinha boas técnicas e sabia incentivar o time, apenas as meninas do time é que sabiam jogar futebol e futsal da maneira correta as demais não treinavam com agente, e esse prof, achavam meninas que haviam estudado anteriormente lá elas aceitavam por poderem fazer algo que gostavam e por ser de graça, algumas não topavam falavam que eramos muito competitivas. Quando entrou uma professora que era metida a mandona e tentava obrigar a todos a fazer as aulas de educação física e treinos não conseguia nada só na base da ameaça, de tirar os pontos, eu não participava das aulas afinal já fazia o treino diário, e não iria gastar energia à toa, discuti com ela dizendo que era necessário, nunca tinha teimado antes com um(a) professor(a) de frente (exceto numa outra ocasião, depois conto sobre isso). O time me apoiou e mandei que ela reclamasse isso com a diretora, resultado voltou com o rabo entre as pernas, já sabia que a diretora me apoiaria, eu era melhor aluna e jogadora do time, trazia medalhas(minha parte favorita) que eram de legítima vencedora.
Claro que minha liderzinha de torcida recebia castigos, de acordo com sua animação, se não mostrasse alegria com meus melhores momentos no jogo recebia palmatórias nas mãos e nos pés, e se não o visse ficar rouco de tanto torcer fazia comer pimenta ou gengibre, e ele ia vestido de calcinha rosa. Depois das vitórias me levava as uma parte bem mais gostosa a comemoração com umas duas amigas minhas que o humilhava, riamos dele por ser mal dotado, uma delas era evangélica, mas adorava isso e ria tanto que até chorava. Apenas eu batia nele sou obsessiva e possessiva, então o que é meu não sou de deixa mexerem muito, porém deixa o xingar, insultar, e até cuspir. Eu me divertia muito pois assim podia descansar e apreciar algo interessante diante dos meus olhos e ao vivo, e também podia controlar a situação já que elas tinham medo do BDSM.
Eu colocava para fazer nossos trabalhos de colégio, ele ousava em reclamar e a questionar se isso não me prejudicaria com o aprendizado, nunca me atrapalhou, sempre aprendi de primeira, queria apenas mais tempo livre para curtir a vida, e meu namorado que era um trouxa baunilha que acabou terminando antes do laço arrumei outro namorado rompi e voltei para o baunilha trouxa, mas o slave nerdizinho continuava ali, só ele que na condição de escravo não tinha ninguém nem direito a beijos apenas ao calor do cinto de castidade, que era mantido por 3meses e retirava dando uma pausa de uma semana e depois voltava para a castidade, afinal escravo não tem direitos a se divertir,ter prazer ou sexualidade,nem religião apenas a seguir sua DONA.
Nenhum comentário:
Postar um comentário